Por mais que eu negue, os sonhos me rondam e me alimentam.
Por mais que eu negue, os sentimentos são os dominantes.
Todo dia é uma luta para lidar com a realidade.
A imagem que se forma é o desejo de paz e tranquilidade que eu tanto busco.
Se não fossem os artifícios, não poderia suportar tanta pressão.
Quisera eu viver para descobrir o mundo, conversar com pessoas simples, investigar o interior das pessoas. Isso me instiga muito e era uma satisfação quando eu podia fazer isso.
Hoje, eu me vejo em um isolamento voluntário. Tem volta?
Perguntas retóricas... Observações que vêm com as respostas embutidas.
Eu percebo minhas falhas, não as nego e nem procuro as justificar. O que busco é apenas me retificar. Talvez, o nível de auto exigência e essas buscas é que me fazem estar à parte. Ou eu me sinto tão diferente, ou as pessoas são tão iguais, tão previsíveis. Da minha previsibilidade, eu dou conta.
O importante, no final das contas, é perceber todos os instantes de nossas ações e reações, das nossas escolhas e consequências das mesmas.
Mas, isso não impede de sonharmos com os amores perdidos e achados novamente. Com quimeras literais e maravilhas. Com prazeres, dores ou vícios. Com avisos, preocupações ou expectativas.
E ter a chance de se arrepender, mas nunca querer voltar atrás para consertar nossos erros. Os erros devem ser retificados pelo nosso presente, nunca pela contemplação passada.
Nossa vida é uma sucessão de ciclos passados que se repetem? Em parte sim, porém sempre há tempo para rupturas para que deem lugar a novos ciclos mais perfeitos que os anteriores.
This is so for all.
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