Nestas últimas semanas de ociosidade, eu pude passar muito mais tempo comigo e vejo como existem questões a serem refletidas e reformadas.
A falta de um trabalho decente, a constatação de algumas limitações, a dificuldade de lidar com o outro e comigo mesmo...
E também vi que quanto mais tempo temos, mais tempo desperdiçamos... E quanto menos, mais reclamamos...
Ritmo quebrado, o tom fora do circuito... E o dom de estar com gente foi se perdendo na medida em que eu fui percebendo o quanto eu tenho medo em confiar.
Sim, eu tenho graves problemas em confiança atualmente.
Mas, como medo e esperança andam de mãos dadas, ainda espero que eu possa encontrar o tom certo e recuperar meu dom de gostar de pessoas...
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