Viver não é a frenética sucessão de acontecimentos, nem a paciente letargia do ócio.
Viver é perceber os momentos de movimento e repouso que nos cercam.
É estar atento, observar, compreender.
Por vezes, vivemos alienados como se simples animais fossemos. Comemos, dormimos, amamos, desejamos...
Não basta isto! Precisamos criar coisas com nossos sentimentos e nossos pensamentos. E para tanto, é preciso percepção!
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