Quando isto for reduzido ao seu verdadeiro significado (desapego), aí sim teremos a chave para a felicidade.
Isto não significa que devemos estar apáticos ao que ocorre ao nosso redor. Nem que não devamos sentir afeto e empatia pelas pessoas. Ou que devemos viver como indigentes, sem direito de gozar os frutos da terra.
O problema é se deixar prender de tal modo que prejudiquemos nossos semelhantes. Causar prejuízo a nós mesmos também é um sinal de que isto não é natural.
Vivemos na Natureza e esta é de todos. Vivemos ao lado de outros iguais: se queremos ser respeitados por nossas escolhas, respeitemos as escolhas alheias.
Pecamos pelo excesso e nos esquecemos que a necessidade sempre é mais simples do que realmente imaginamos.
Não temos condições, ainda, de impor nossa vontade sobre o desejo... Mas, trabalhando vagarosamente e arduamente, passo a passo, vamos estabelecendo as rédeas necessárias para tanto. Aliás, o desejo não é algo mal... É importante! Este nos move para nossas conquistas. Deve-se, no entanto, discerni-lo.
Ame o real, não a ilusão!
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